domingo, 23 de janeiro de 2011

Para todas as Avós

Hoje recebi da Minha Amiga Elza Moreira  e não resisti de colocar aqui, para toas as minhasamigas


Perguntaram a uma menina de nove anos o que ela gostaria de ser quando crescesse. Ela respondeu:

- Eu gostaria de ser avó!

Ao ser interrogada sobre o porquê dessa idéia, ela completou:

- Porque os avós escutam, compreendem.

E, além do mais, a família se reúne inteirinha na casa deles.

E a menina continuou:

- Uma avó é uma mulher velhinha que não tem filhos.

Ela gosta dos filhos dos outros.

Um avô leva os meninos para passear e conversa com eles sobre pescaria e outros assuntos parecidos.
Os avós não fazem nada, e por isso podem ficar mais tempo com a gente.

Como eles são velhinhos, não conseguem rolar pelo chão ou correr.

Mas não faz mal. Nos levam ao shopping e nos deixam olhar as vitrines até cansar.

Na casa deles tem sempre um vidro com balas e uma lata cheia de suspiros.

Eles contam histórias de nosso pai ou nossa mãe quando eram pequenos, histórias de uns livros bem velhos com umas figuras lindas.
Passeiam conosco mostrando as flores, ensinando seus nomes, fazendo-nos sentir seu perfume.

Avós nunca dizem "depressa, já pra cama" ou "se não fizer logo vai ficar de castigo".

Quase todos usam óculos e eu já vi uns tirando os dentes e as gengivas.

Quando a gente faz uma pergunta, os avós não dizem:

"menino, não vê que estou ocupado?"

Eles param, pensam e respondem de um jeito que a gente entende.

Os avós sabem um bocado de coisas.

Eles não falam com a gente como se nós fôssemos bobos.

Nem se referem a nós com expressões tipo "que gracinha!", como fazem algumas visitas.

O colo dos avós é quente e fofinho, bom de a gente sentar quando está triste.

Todo mundo deveria tentar ter um avô ou uma avó, porque são os únicos adultos que têm tempo para nós.

Desconheço a autoria

Obrigado Elza





domingo, 16 de janeiro de 2011

A Vida me Ensinou

A vida me ensinou...
A dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração;
Sorrir às pessoas que não gostam de mim,
Para mostrá-las que sou diferente do que elas pensam;
Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade,
para que eu possa acreditar que tudo vai mudar

;Calar-me para ouvir; aprender com meus erros.
Afinal eu posso ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças; sorrir quando o que mais desejo
é gritar todas as minhas dores para o mundo.
A ser forte quando os que amo estão com problemas;
Ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho;
Ouvir a todos que só precisam desabafar;

Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito
de suas frustrações e desafetos;
Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão;
Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor;
A alegrar a quem precisa;
A pedir perdão;
A sonhar acordado;
A acordar para a realidade (sempre que fosse necessário);
A aproveitar cada instante de felicidade;

A chorar de saudade sem vergonha de demonstrar;
Me ensinou a ter olhos para "ver e ouvir estrelas",
embora nem sempre consiga entendê-las;
A ver o encanto do pôr-do-sol;
A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando
para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser;

A abrir minhas janelas para o amor;
A não temer o futuro;
Me ensinou e está me ensinando a aproveitar o presente,
como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante
que eu mesmo tenha que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher.

Charles Chaplin






domingo, 9 de janeiro de 2011

A Velhice

A velhice anuncia ao homem o seu destino: o homem insensato, que afinal todos somos mais ou ou menos, tende a recusá-lo, maquilhando-a, disfarçando-a enquanto pode e depois encerrando-a longe da vista e do coração. O reverso da medalha é o culto da juventude. Televisões, rádio, publicidade, lazer, estão cada vez mais virados para os jovens e adolescentes. Mas sob o lema "o futuro pertence aos jovens" está normalmente mais uma aposta comercial do que uma verdadeira preocupação social. Num mundo em que a aparência é tudo, as rugas não têm direito à vida


Autor: Mucznik , Esther

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Recordando

Os meus Principes, Como O tempo passou depressa.
Foto tirada na avenida dos Aliados no Porto quando ainda lá existiam Jardins

Com as idades de 7 ,4 anos e 18 meses
As minhas férias em 2006